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O que fazer e como conhecer o Brooklyn, em Nova York

Brooklyn, em Nova York

O Brooklyn, em Nova Yorké um dos distritos mais charmosos do estado e merece ser explorado em sua viagem por lá. O ideal seriam dois ou três dias para conhecer cada cantinho, mas dá para visitar tudo num dia só tendo perna e disposição. Há centenas de bares, restaurantes, parques e prédios lindíssimos. E, com um detalhe importante, sem o burburinho dos turistas de Manhattan.

Brooklyn NY

O bairro já foi considerado aquele lugar de “quem não tem dinheiro para morar em Manhattan”, mas esqueça isso e se jogue. Artistas de todas as áreas e muita gente descolada se mudou para lá nos últimos anos, dando charme a região que foi colonizada por holandeses por volta dos anos 1600.

O Brooklyn é um dos distritos mais populosos dos Estados Unidos, com 2,5 milhões de habitantes. Atualmente, morar por lá pode ser mais caro que em Manhattan – aproveite seu passeio para reparar como os novos edifícios convivem lado a lado com aqueles enormes galpões.Use calçados e roupas confortáveis e aproveite para se encantar também pelo Brooklyn:

 



Como chegar ao Brooklyn?

A forma mais fácil de chegar ao Brooklyn é ir de ferry que custa 2,75 dólares. Além de barato, a viagem é rápida e você poderá tirar fotos lindas de Manhattan durante o percurso. Vale conferir o horário do barco pelo site oficial da empresa de transportes de NY e programar seu passeio (veja aqui os horários de ida e volta). A minha dica é baixar o aplicativo do NYC Ferry para comprar a passagem direto pelo app.

Ferry NY

O barco sai do Pier 11 em Wall Street e, em apenas 4 minutos, chega ao bairro do Dumbo, sigla para Down under Manhattan Bridge Overpass que é charmosa área entre as pontes do Brooklyn e de Manhattan. Você também pode conhecer o distrito de trem (aproximadamente 30 minutos saindo de Midtown), de carro (de 30 min a 1h saindo de Midtown) ou andando pela Brooklyn Bridge (são 1,8 km). Como eu tinha muitas coisas para ver e só tinha um dia, dessa vez fui de ferry mesmo. Já fui de trem e de táxi também, mas o ferry é um charme!

Brooklyn NY
O One World Trade Center visto do Brooklyn

O Brooklyn é perigoso?

Fique tranquilo porque o distrito é certamente mais seguro que a sua cidade, especialmente se você mora no Brasil. Mas, como qualquer cidade grande, requer aqueles cuidados de sempre: não deixar a mochila ou a bolsa para trás, não ficar até tarde da noite em ruas desertas se estiver sozinho, tomar cuidado no metrô etc.

E se você ainda não se convenceu, dê uma olhada no mapa da criminalidade da polícia de Nova York (espia só aqui) e você verá que o número de crimes no Brooklyn é bem menor que em algumas áreas de Manhattan.

 

Brooklyn Heights
Brooklyn Heights
As ruas de Brooklyn Heights, no Brooklyn, em NY

 

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Vale a pena se hospedar no Brooklyn?

Me hospedei no Brooklyn em 2012 quando fiz um Contiki pelos Estados Unidos. Fiquei no Hilton que é um excelente hotel, mas não era prático (e barato) ter que cruzar a ponte todo dia. E, pior, os taxistas não queriam levar a gente de Manhattan ao Brooklyn e vice-versa.

Ou seja, para o turista que deseja conhecer as grande atrações da cidade o melhor mesmo é ficar mesmo em Manhattan (veja dicas para visitar NY nesse outro post).





O que fazer num dia no Brooklyn, em Nova York?

A minha dica é começar a visita pelo Dumbo, almoçar por lá ou em Brooklyn Heighs e seguir para um fim de tarde em Williamsburg. Ou você pode visitar cada um dos bairros por vez, aproveitando para fazer compras, almoçar e conhecer os parques.

 

Para comer e  beber há muitos lugares interessantes. As pizzarias Juliana’s e Grimaldi’s, no Dumbo, são bastante conhecidas e bem recomendadas. Estavam muito cheias quando passei por lá. Optei, então, por ir ao Shake Shack (409 Fulton St) depois de andar por Brooklyn Heighs. A unidade de lá é bem mais vazia que as de Manhattan. Então, pode ser uma boa ideia comer lá se você quiser experimentar.

Brooklyn Brewery e Shake Shack em NY
Combinação perfeita: Brooklyn Brewery e Shake Shack em NY

 

A pizzaria Juliana’s é um dos lugares concorridos para almoço no Dumbo

Ao chegar no Dumbo passeie e tire fotos pelo Brooklyn Bridge Park. De lá você tem um visual incrível de Manhattan. É emocionante olhar para o One World, o novo World Trade Center, e pensar em tudo que a cidade passou nos últimos anos.

Depois, suba pela Old Fulton Street até o Brooklyn Heighs, bairro chique que tem muitos traços da colonização europeia. Lá está o centro cívico do Brooklyn com fórum, escritório do governo e outros prédios. Depois do passeio, volte ao Dumbo, tome um sorvete no Brooklyn Ice Cream Factory e faça a tradicional foto com os prédios emoldurando a Manhattan Bridge.  A foto é feita na esquina da Washington Street com a Water Street ou a Front Street, mas fique atento porque os carros passam pela rua.

 

Diana Viaja Dumbo NY foto

 

Seguindo o passeio, pegue o Ferry até North Williamsburg para passear ainda mais pelo bairro. Uma das cervejarias artesanais mais famosas dos EUA, a Brooklyn Brewery, fica lá em Williamsburg e permite a visitação gratuita. Escrevi tudo sobre a visita no meu blog de cervejas no jornal O Globo (leia aqui). Há ainda outros bares bacanas, centenas de restaurantes, galerias de arte e lojas por lá.

Seguindo a dica de uma menina que conheci num café fui até o Brooklyn Barge. É um bar na beira do rio que bomba no verão. Tinha cerveja, hambúrguer, música e muita animação. Foi perfeito ver o pôr do sol e terminar o dia por lá!

 

Brooklyn Barge
Fim de tarde no Brooklyn Barge, em Nova York

 

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Dicas e cuidados para conhecer o Vale da Lua na Chapada dos Veadeiros

Vale da Lua Goiás

Uma das atrações mais visitadas na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, é o Vale da Lua. E o que lá tem de tão especial? A energia é bem diferente, e as pedras do lugar têm uma cor cinza que parece a superfície da lua. O rio São Miguel passa entre as rochas, formando três piscinas que podem ser visitadas na época de seca. 

Vale da Lua dicas

O Vale da Lua é uma propriedade particular que cobra R$ 20 de entrada, e o visitante precisa preencher dados como nome, endereço e telefone de emergência. A trilha até as pedras é bem tranquila de, aproximadamente, uns 600 metros.

Trilha do Vale da Lua
A trilha do Vale da Lua: região foi atingida por incêndios

Como fui logo após o incêndio, em novembro de 2017, parte da vegetação estava bem queimada e, em alguns lugares, o solo ainda estava quente. Foi bem triste ver, mas ao mesmo tempo, ver as mudinhas saindo do chão dá aquela sensação de gratidão por a natureza ser tão perfeita.

 

Vale da Lua
Vegetação do Vale da Lua depois do incêndio

Como chegar ao Vale da Lua?

Saindo de Alto Paraíso, o Vale da Lua fica na direção do Parque Nacional e da Vila de São Jorge. Basta pegar a Rodovia GO-239 e seguir até a placa que indica a estradinha de terra que é preciso percorrer até chegar ao vale.  Na entrada, logo no estacionamento, há barraquinhas que vendem salgados, refrigerante, água e água de coco.

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vale da lua pedras
A paisagem bem diferente do Vale da Lua, em Goiás

Para visitar o vale é fundamental ir com calçado apropriado, levar repelente e filtro solar. As piscinas são bem fundas e cheia de pedras. O lugar costuma fechar quando chove pelo perigo de tromba d’água. É preciso muito cuidado no local porque as pedras são escorregadias e uma queda pode ser fatal. Fiz uma pesquisa nos jornais locais e encontrei vários casos de pessoas que morreram ao cair das pedras ou afogadas nas piscinas do Vale. Ou seja, todo cuidado é pouco.



 

Vale da Lua

Cuidados e dicas

Vi pessoas de todas as idades por lá, incluindo crianças. Mas eu não levaria crianças justamente pelo perigo. Apesar de ser uma atração aparentemente tranquila, é preciso muita atenção para caminhar nas pedras. Há cordas alertando por onde não andar, mas, ainda assim vi pessoas se arriscando em locais proibidos e tirando selfies na ponta das pedras.

Você pode combinar o Vale da Lua com outro passeio. No meu roteiro, fiz o vale pela manhã e, à tarde, a Fazenda São Bento onde visitei as cachoeiras Almécegas I e Almécegas II. Outra opção é ir em Loquinhas ou conhecer a cachoeira dos cristais.

E aí, encantado e curioso para conhecer esse lugar?

Vale da Lua

Rodovia GO-239, km 29, s/nº – Zona Rural, Alto Paraíso de Goiás, Goiás.

 

Vale da Lua piscina
Mergulho numa das piscinas do Vale da Lua

 


 




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Dicas da Chapada dos Veadeiros: o que fazer, onde ficar e quando ir

Chapada dos Veadeiros dicas

A Chapada dos Veadeiros é daquelas belezas naturais que todo brasileiro precisa conhecer. Localizada no estado de Goiás, entre as cidades de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante e Colinas do Sul, é um lugar místico, lindo e cujas principais atividades turísticas são as trilhas e os banhos de cachoeira. Sou mais adepta das viagens urbanas, mas depois de ver tantas fotos lindas da cachoeira Santa Bárbara – e de me encantar com o verde esmeralda da água – eu decidi que a chapada entraria na minha lista de prioridades para este ano.

Diana Viaja Cachoeira Santa Bárbara

Foi só encontrar uma amiga disposta a encarar a chapada com disposição que marquei a viagem no feriado de finados. Decidi tudo duas semanas antes, contrariando minha própria recomendação de blogueira: a de planejar para economizar. Foram cinco dias – de quinta-feira a segunda-feira – para reenergizar e aprender a amar o cerrado. A região tem centenas de cachoeiras. Então, não consegui ver tudo, mas com organização (e fôlego) conheci bastante coisa.

A Chapada é um região bem mística e, por lá, você encontrará muitos cristais e também espaços com massagens relaxantes, retiro espiritual e meditação. Ah..o sinal de celular só pegava na cidade, e a internet só com a TIM.





Onde se hospedar?

O turista que visita a Chapada pode ficar em três locais: na cidade de Alto Paraíso de Goiás, na cidade de Cavalcante ou no distrito de São Jorge. Optei por Alto Paraíso porque era mais próximo das cachoeiras que eu visitaria e porque as pousadas estavam mais baratas e a cidade tem um pouco mais de estrutura. Cavalcante tem opções mais rústicas como camping e a Vila de São Jorge, na entrada do Parque Nacional, tem ótimas opções para todos os bolsos: de hostels a resorts.

Fiquei hospedada na Pousada Casa Rosa, em Alto Paraíso, e gostei bastante. O lugar é tranquilo, limpo, tem uma piscina linda, frigobar e café da manhã bem saboroso. Outras opções de hospedagem bem recomendada por lá são: Pousada dos Guias, Pousada Casa do Cerrado, Pousada Beija-Flor e Pousada Veadeiros.

 

Pousada Casa Rosa
Vista da varada do quarto da Pousada Casa Rosa

Na Vila de São Jorge, bem na entrada do Parque Nacional, conhecemos a Pousada Bambu Brasil que é simplesmente um sonho de hospedagem. Por lá há muitos campings, mas também pousadas que são verdadeiros resorts de luxo no meio do cerrado.

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Pousada Bambu Brasil Chapada dos Veadeiros
Pousada Bambu Brasil: opção de hospedagem em Vila de São Jorge

 


Como chegar?

Como saímos do Rio de Janeiro, pegamos um voo da Gol cedinho para Brasília e, de lá, alugamos um carro para chegar na chapada. Há quem alugue carros menores (1.0, 1.4, por exemplo). A dica é pegar um veículo potente para aguentar as estradas de barro. A estrada é muito boa, mas é preciso tomar cuidado com animais e à noite não há iluminação. A viagem demora cerca de 3 horas e o ideal é sair cedinho para aproveitar o dia.

A beleza da estrada entre Brasília e Alto Paraíso

Saindo do aeroporto de Brasília é preciso dirigir pela rodovia BR-010 até Alto Paraíso de Goiás e, então, seguir pela GO-239. As duas estradas são bem sinalizadas e com o asfalto perfeito. O perigo é porque não há acostamento e, no fim da tarde, muitas pessoas andam pela beira da estrada. A dica é baixar os mapas de área offline do Google Maps para conseguir rodar pelas cidades já que a internet não funciona.





Quando visitar?

Segundo o Instituto Chico Mendes (ICMBio), normalmente, o período de seca vai de maio a outubro e as chuvas se estendem de novembro a abril. Este ano a Chapada sofreu com uma grande queimada que atingiu ¼ da área preservada. Já está tudo reaberto para visitação, mas é triste pensar em quanto da nossa fauna e flora foram destruídos.

Cachoeira Candarú
Cachoeira Candaru: um paraíso escondido no Engenho II, em Cavalcante


Custos da viagem

A viagem para a Chapada não é muito barata. Isso porque além da passagem aérea você gastará com combustível (gastamos cerca de R$ 400) e aluguel do carro. A dica é alugar com a Rent Cars que faz a busca em várias locadoras mostrando a mais vantajosa.

A entrada nas cachoeiras custa a partir de R$ 10. Para conhecer Santa Bárbara é preciso contratar um guia credenciado junto ao ICMBio. Eles cobram de R$ 100 a R$ 150, dependendo do número de pessoas e cachoeiras que você quiser visitar. Nos restaurantes em Alto Paraíso gastávamos de R$ 30 a R$ 50 reais por refeição.

Antes de ir, fiz a cotação com duas grandes agências de turismo da região. Algumas oferecem um pacote com transfer de Brasília e hospedagem, cobrando cerca de R$ 2.500 para cinco dias, por exemplo, incluindo hospedagem e passeios. Cada passeio avulso com a agência custa de R$ 500 a R$ 850.

Minha conta em viagens é sempre de “100 dinheiros”, especialmente em lugares que não conheço e não sei os custos certinhos. Na chapada não foi diferente e até sobrou grana, mas é importante levar dinheiro porque em Alto Paraíso de Goiás só há duas agências bancárias: uma do Itaú e outra do Banco do Brasil.

Mas a do Banco do Brasil nem tinha caixa eletrônicos por medo de assalto, enquanto a do Itaú tinha sido alvo de uma quadrilha que explodiu dois dos três caixas. Ou seja, perrengue ficar sem dinheiro. O ideal é pagar restaurantes no cartão e trilhas/ passeios no dinheiro para não ter problemas.

 



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O que levar na mala?

Essa foi minha principal dúvida porque eu não tinha a menor ideia de como era a cidade. Os locais são bem simples, então esqueça salto e nada de muito luxo. Levei uma mala de mão (10kg) e uma mochila. Cometi o erro de levar um tênis que eu não usava há muito tempo e, no meio da trilha, o bichinho começou a descolar.

Foi tenso, mas terminei a trilha de chinelo e, no dia seguinte, peguei um tênis emprestado com a amiga que viajava comigo. Então, a primeira dica é: nunca leve um tênis que você não usa faz tempo ou um tênis que você nunca usou porque ele pode machucar seu pé. Outra coisa importante é levar lanchinhos e água para as trilhas.

O que levei na mala:

– Tênis confortável para passeios pela cidade

– Tênis para trilha

– Sandália rasteirinha

– Chinelo (levava sempre para a trilha também)

– Roupas leves de praia, toalha ou canga

– Chapéu, óculos de sol, repelente, protetor solar e protetor labial.

– Três shorts, quatro blusas leves para a trilha e uma calça de ginástica

– Uma calça jeans

– Quatro blusas mais arrumadinhas

– Três vestidos leves

– Um casaco para a noite e uma blusa de manga

– Câmera, câmera a prova d’agua e saquinho para proteger o celular

 

Vila de São Jorge Chapada dos Veadeiros
Look da Chapada dos Veadeiros: roupas leves, tênis, óculos, repelente e filtro solar

Preciso de vacina para visitar a chapada?

Sim! A orientação é tomar a vacina da Febre Amarela com, no mínimo, dez dias de antecedência da viagem.

 

Às vezes tudo que a gente precisa é de boas energias!! 👉 Primeiro dia na Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Essa aí é a Cachoeira dos Cristais que fica em Alto Paraíso. Custa R$20 para entrar. A trilha leva até essa queda d’água que é uma verdadeira hidromassagem natural. Lá tem também restaurante e camping. 😌 . . 🌎 Chapada dos Veadeiros, Alto Paraíso de Goiás 🍂 Cachoeira dos Cristais . . . Dicas: www.dianaviaja.com . #dinaviaja #dianaviajabr #wanderlust #chapadadosveadeiros #cachoeiradoscristais #altoparaisodegoias #goias #vemprocerrado #Brazilian #me #goprobrasil #goprolover #heroblack5 #cachoeira #cascade #mtur #goodvibes #melhoresdestinos #vcnouol #viajenaviagem #vidamochileira #aquelasuaviagem #brazilmaravilhas #viajandopeIomundo #souRBBV #abbv #blogueirosdeviagem

Uma publicação compartilhada por Diana Viaja ✈️🌎 Travel Blog (@dianaviaja) em


Roteiro de quatro dias pela Chapada dos Veadeiros

A Chapada dos Veadeiros tem muitas cachoeiras. Então, nunca única viagem é impossível conhecer todos os lugares, e tudo dependerá também do seu preparo físico. Há quem faça as trilhas mais leves em 30 minutos e quem faça em uma hora. Eu prefiro fazer menos coisas aproveitado mais cada lugar.

O Parque Nacional da Chapada tem as maiores trilhas e, por isso, preferi conhecer as atrações menores primeiro. Numa segunda visita – e com mais preparo físico – certamente vou explorar o parque. Veja o que fiz no feriado:

Dia 1: Chegada a Brasília às 9h, check-in na pousada às 13h e visita à Cachoeira dos Cristais

Dia 2: Vale da Lua e Almécegas I e II

Dia 3: Cachoeiras Santa Bárbara, Capivara e Candaru.

Dia 4: Distrito de São Jorge (Choveu e, por isso, ficamos aproveitando a cidade)

Dia 5: Volta para Brasília

 

Vale da Lua
Felicidade no Vale da Lua um dos pontos turísticos mais visitados da Chapada

 





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Black Friday 2017: cinco dicas para comprar passagens e pacotes

Dicas compras passagem viagem Black Friday 2017

A Black Friday, aquela tradicional promoção de fim de ano, acontece em 24 de novembro neste ano de 2017. Essa é uma boa hora para quem deseja viajar pagando mais barato porque agências de viagens e companhias aéreas oferecerão descontos tentadores. Para se ter uma ideia, no ano passado, as ofertas chegaram a 70% de desconto. Este ano, já vi rede de hotel oferecendo 40% de desconto em reservas.

As ofertas são muito tentadoras, mas é importante ficar atento para não cair na chamada “black fraude”. Viajante feliz é viajante que economiza, não é mesmo? Sempre que posso aproveito promoções para conhecer lugares novos. E, quem sabe, alguma oferta não vai te ajudar também a conhecer seu destino dos sonhos.

Dicas para aproveitar a Black Friday:

– Faça uma lista dos lugares que deseja conhecer para não perder muito tempo pesquisando passagens aéreas e pacotes. Destinos turísticos como Porto Seguro, Natal, Gramado, Foz do Iguaçu e Buenos Aires sempre aparecem nas ofertas.

– Se inscreva nos sites para receber as novidades por e-mail. Submarino Viagens, Hotel Urbano, Decolar, Hotéis Deville já estão com sites especiais.

– Pesquise as passagens aéreas que você deseja para saber o preço atualmente e, claro, não cair em pegadinhas.

– Leia todas as regras dos pacotes e verifique, por exemplo, se valem para feriados. Veja também se tem mais alguma taxa a ser incluída, se as ofertas tem café da manhã, translado e passeios incluídos.

 

– Veja o que vale mais a pena: passagem ou pacote. Há destinos que não precisam ser feitos com agências de viagens (Foz do Iguaçu, por exemplo), mas se o pacote com passagem e hospedagem for mais barato, vá em frente.

– Planeje o quanto você pode e quer gastar. Se o objetivo é fazer uma viagem de mil reais, por exemplo, fique no seu orçamento. Ninguém gostar de viajar e se endividar, né?

 






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Seis dicas para achar passagem aérea barata para o réveillon

Passagem aérea barata réveillon

O fim do ano já tá chegando e ainda dá tempo de achar passagem aérea barata para viajar no réveillon. Na verdade, segundo um levantamento feito pelo site SkyScanner, a semana a partir de 29 de outubro, é a mais econômica para encontrar os voos para o Ano Novo.

Outras dicas que ajudam a economizar:

– Voos com escala são, em média 60% mais baratos. Ou seja, deixe de preguiça e economize! É chato demorar um pouco mais para viajar? É! Mas economizar é tão lindo! E isso vale para voos pelo Brasil também, ok?

– Crie alerta de preços. Não precisa ficar procurando a passagem todo dia porque têm muitos sites que fazem isso por você. Nesse outro post aqui eu já ensinei a usar o Google Flghts, Kayak, Momondo e Skyscanner. Fique de olho no MaxMilhas que oferece passagens até 80% mais baratas. Saiba mais aqui neste post

– Tenha flexibilidade com as datas de ida e volta. O Google Flights é ótimo com isso! Ele te alerta que se você viajar nada data X vai economizar ainda mais na passagem. Então, fique de olho nas datas. Outra coisa bacana é dar preferência por voos em dias de terça a quinta-feira.

-Outro ponto importante é comprar ida e volta juntos e, ainda, ficar de olho nos horários. Durante um mesmo dia as passagens aéreas sofrem variação de preço. Voos noturnos e de madrugada podem ser mais baratos, mas avalie a comodidade. No Rio, por exemplo, o aeroporto Santos Dumont, que fica no centro da cidade, não funciona na madrugada. Assim como Congonhas, em São Paulo. Essas aeroportos mais próximos da cidade garantem economia com táxi, por exemplo.

– Assine as newsletters das empresas aéreas e cadastre-se nos programas de milhagem. Ainda que você nunca tenha voado com aquela companhia, vale se cadastrar no site dela. Assim você fica sabendo primeiro das promoções.

 

 




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Dicas para visitar o Château D’if, em Marselha

Chateau DÍf em Marseille Marselha Visita

Marselha tem muitas atrações turísticas lindas, e um dos passeios obrigatórios é visitar o Château D’If (Castelo de If, em Português). A estrutura linda numa ilha no Mar Mediterrâneo foi a primeira fortaleza real e tinha como papel proteger um dos principais pontos de comércio da França de invasões e saques. E, claro, vigiar para que Marselha não se rebelasse contra o reino.

 

Chateau DÍf dicas
O desembarque em If no meio do Mediterrâneo

 

Além de ser um lugar lindo, vários mitos cercam o castelo que fica no meio daquele mar maravilhoso num azul e verde que meus olhos nunca viram igual. Uma das histórias que eu mais gostei foi que em 1513 um rinoceronte (animal que a Europa não conhecia) foi oferecido pelo Rei de Portugal para o Papa Leão X e fez uma escala da ilha. E, em 1844, Alexandre Dumas escreveu o livro O Conde de Monte Cristo, e a prisão do herói Edmond Dantès é justamente o Castelo de If.

 

Castelo de If - Chateau DÍf

O local foi aberto ao público em 1880, e chegando lá você pode pegar um mapa em Português para conhecer tudo. A duração total da visita vai depender do teu ritmo, mas demora uns 45 minutos a 1h30 para percorrer o castelo e dar uma volta pela ilha. O legal é subir até as torres, passando por cada cela e olhando quem ficou preso lá. No segundo andar, numa dessas celas, passa um filme contando a história do castelo. Para quem fala francês, há também uma visita comentada. O castelo é todo adaptado para deficientes visuais.

Leia também: Quanto custa viajar para Paris (e como economizar)

Durante a visita, repare também que cada cela é diferente e, no pátio, há um memorial com os nomes dos prisioneiros, incluindo um irmão do rei Luis XV. Há alguns opositores de Napoleão, rebeldes, insurgentes de Marselha etc. Os últimos prisioneiros de If foram alemães durante a Primeira Guerra Mundial. Para quem é fã do Conde Monte Cristo, a cela atribuída a Dantes fica no primeiro andar, onde, na verdade, era um paiol.

cela Edmond Dantès
A cela atribuída a Edmond Dantès no livro O Conde de Monte Cristo

Como chegar ao Castelo de If?

Chegar lá é bem fácil. Os barcos da Frioul If Express (confira o site deles aqui) saem do Vieux Port de Marseille, e o passeio pode ser combinado com a visita ao Arquipélago Frioul onde há calanques para serem visitados. Você pega o barco, desce no castelo, faz a visita e pega um novo barco para seguir até Frioul para conhecer os calanques (leve roupa de banho).

 

Mapa Chateau D'If Marselhha

 

A minha dica é, antes de planejar o passeio, olhar no site se as condições meteorológicas permitem a visita. Quando o vento está muito forte o barco não para no castelo. Ou seja, vale dar uma passada no guichê para olhar os horários do dia. Os atendentes falam francês e inglês, e a saída do barco é na Gare Maritime, o terminal marítimo.

 

Chateau D'If entrada
A entrada para o Château D’If custa 6 euros

O que saber antes de visitar o Château D’If:

– O acesso é feito de barco, e a Frioul IF Express leva todos os dias com saídas da Gare Maritime no Vieux Port de Marseille.

– Nos meses de verão (julho e agosto) os passeios começam às 7h30 e, nos outros meses, a partir das 8h30.

– Quando comprar o bilhete você precisará do Aller/ Retour (ida e volta). Para If e Frioul custa 16,20 euros. Já a entrada no castelo custa 6 euros para adultos.

– O trajeto do porto até If demora 20 minutos. De If até Frioul 10 minutos e a volta do porto de Frioul até o Vieux Porto 30 minutos.

– Há um restaurante no castelo, mas o melhor é mesmo levar um lanchinho e água para passar o dia.

 

Dicas de Marsellha

 




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Marselha: roteiro e dicas para conhecer a segunda maior cidade de França

Porto de Marselha França

Marselha (Marseille em Francês) pode até não ser o destino de viagem mais óbvio quando pensamos em visitar a França, mas a segunda maior cidade do país é apaixonante. O destino mais confortável das minhas idas à França sempre foi Paris, mas, este ano, dediquei cinco dias para escapar e conhecer Marseille em busca de um alívio no verão francês. Surpreendentemente, a cidade é linda e encantadora.

Há muitas coisa para fazer por lá, e as beleza naturais roubam a cena. O Parque Nacional dos Calanques, criado oficialmente em 18 de agosto de 2012, é o ponto alto da viagem. Calanque é uma estrutura no Mar Mediterrâneo que forma praias maravilhosas. Há, ainda, alguns mais famosos e outros bem primitivos ainda. Em Marseille você pode fazer trilhas ou o passeio de barco para conhecê-lo. E, por favor, não vá embora sem passar por um calanque.  Em cinco dias completos é possível conhecer tudo, e é  um destino sensacional para o verão europeu.

Leia também: Quanto custa viajar para Paris (e como economizar)

Ônibus de turismo em Marselha

Se você quiser otimizar sua visita ou tiver poucos dias na cidade, pode fazer um city tour por Marselha num ônibus no estilo hop-on hop-off. Em uma hora ele passa por vários pontos turísticos contando as histórias da cidade. Nossos parceiros da Online City Pass vendem o tour com direito a uma vaga de estacionamento na cidade, o que pode ser muito interessante para quem está de carro. O Get Your Guide também têm várias opções de passeios que podem ser feitos para conhecer tudo, além de ingressos antecipados para os museus.

Ônibus turístico Colorbus em Marselha: dicas, preços e como funciona

 

Dicas de viagem Marselha França
Chateau D’If: uma das atrações de Marselha, na França

A primeira coisa que é preciso entender é que Marseille não é Paris. Ou seja, esqueça todos os clichês parisienses. Além disso, vale lembrar que a cidade é vibrante como as outras banhadas pelo Mar Mediterrâneo. A agitação me lembrou um pouco Barcelona, por exemplo. Lá tem gente de todo mundo: árabes, africanos e europeus.

Foi nesse verão que tive uma experiência diferente de nadar de biquíni ao lado de alguém de burkini e, sim, sem que ninguém se sentisse constrangido. Resumindo, ver uma pessoa de burka e outra de topless na mesma praia é uma maneira de entender que o mundo precisa mais de compreensão.

 

Como chegar a Marselha vindo de Paris?

Você pode chegar a Marseille de trem ou de avião a partir de Paris. Fomos de avião, via Airfrance, porque a passagem de avião estava mais barata que o trem. Ou seja, vale fazer essa pesquisa antes. A viagem de TGV Paris-Marseille demora 3h15 e o voo demora 1h15, mas você deve levar em conta que o avião tem todos aqueles procedimentos de revista, você precisa chegar mais cedo e no avião você paga pela mala (25 euros).

O trem sai da Gare Lyon, em Paris, e chega na Gare St Charles, em Marseille. Da Gare St Charles você pode pegar o metrô e ir ao hotel com tranquilidade.

 

Onibus Marselha St Charles

Aeroporto Marselha Provence
Os tíquete do ônibus do aeroporto e do Metrô

 

Para quem chega de avião – como eu – esqueça táxis ou uber que são caríssimos. Felizmente, do lado de fora do Aeroporto de Marseille-Provence há um ônibus que leva até o centro da cidade. O chamado Navette Marseille sai a cada 15 minutos, todos os dias 24h por dia. Ou seja, não tem porque gastar uma fortuna de táxi. O bilhete custa a partir de 8,30 euros (tíquete simples) e 9,20 euros o passe com direito ao transporte público de Marseille (metrô, ônibus e tram).  Marselha tem apenas duas linhas de metrô bem pequenas, os ônibus são ótimos e há também o trem elétrico.

Fort Saint-Jean na entrada de Marselha
Fort Saint-Jean na entrada de Marselha e a lindeza do Mediterrâneo

Como andar por Marselha?

Andar pela cidade é muito tranquilo e a gente ficou até bem tarde na rua. Marselha é mais violenta que Paris, mas não é preciso ter medo. Só não dar mole com os pertences na rua para evitar furtos. Basicamente, o Porto Velho (Viex Port) será seu guia. Era a partir de lá que começávamos a jornada diária porque é de lá que saem os barcos de passeio.

A principal rua da cidade, onde há o comércio e restaurantes é a La Canebière. É lá que fica o escritório de turismo onde você pode pegar mapinhas de tudo. Minha sugestão é passar lá logo após a chegada para se situar.

Veja aqui um mapa da cidade para ter uma ideia de como é Marselha

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Onde se hospedar em Marselha?

Há muitas opções de acomodação para todos os bolsos na cidade. Hotéis de redes conhecidos como Ibis, Holiday Inn, Sofitel e Radisson têm quartos aconchegantes e bem perto de áreas bacanas como o bairro de La Panier, por exemplo. O ideal é ficar perto do Porto Velho (Vieux Port) porque você estará a poucos metros das atrações turísticas e terá agitação à noite.

Como decidi a viagem em cima da hora e estava buscando algo bom e barato, fiquei no Montempô Apparthôtel Marseille Centre Euromed. A vizinhança não era das mais bacanas porque é um bairro mais de estudantes, mas ficava em frente ao metrô Nacional e a uns 10 minutos do porto. A diária custa cerca de R$ 190 e o apartamento tem uma cozinha pequena com frigobar e fogão. Ou seja, a gente ainda economizou com alimentação porque a gente comprava coisas no mercado para os lanchinhos.

 




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Roteiro de cinco dias em Marselha

Quando chegamos lá – fui com uma amiga – o nosso roteiro não estava fechado porque muitas das opções dependiam do clima e de ingressos que só poderíamos comprar lá. Tínhamos cinco dias completos na cidade, mas três coisas eram prioridade pra gente: os calaques, o Chateau D’If (esse lindão da foto abaixo) e o Musée des civilisations de l’Europe et de la Méditerranée, o famoso Mucem.

Chateau Díf Marselle

 

1º dia: Chegada em Marselha pela manhã, ida ao hotel para deixar as malas e, depois, ida ao Centro de Turismo de Marseille para comprar o city pass. Terminamos o dia com o pôr do sol na Plage du Prado.

2º dia: Passeio para o Château D’if (confira as dicas aqui) e Ilhas Frioul

3º dia: City tour pela cidade + catedral de Notre-Dame de la Garde + fábrica de sabão de Marseille

4º dia: Mucem, Fort Saint-Jean e passeio de barco pelos calanques

5º dia: Plage des catalans + lhas Frioul pela segunda vez

6º dia: Volta para Paris pela manhã

 

Dicas rápidas para quem vai conhecer Marselha

  • Se for visitar os calanques compre a sapatilha para andar nas pedras sem machucar o pé (Vende da Decathlon lá)
  • Faça como os franceses e, claro, leve lanchinhos para todo o canto, principalmente, para os calanques onde não há nada sendo vendido.
  • Use roupas confortáveis, beba água e passe protetor solar
  • Compre o passe do metrô/ ônibus e economize na passagem
  • Se quiser visitar o estádio Velódrome, do Olympique de Marseille, compre o ingresso com antecedência
  • Na alta temporada os passeios ficam lotados e a visita aos calanques é limitada a 50 pessoas por barco! Ou seja, acorde cedo e vá a bilheteria no Vieux Port garantir o seu! E, claro, faça o passeio que dá direito ao banho de mar.
  • Tire dois dias para conhecer as Ilhas Frioul

 

 



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Hambúrguer em Londres: as delícias que você precisa experimentar

Dicas de hambúrguer em Londres

Sou assumidamente apaixonada por hambúrguer e, em viagens, uma das minhas diversões é experimentar o melhor do local. Em Londres, na Inglaterra, há muitas opções incríveis e saborosas e cada vez que visito a cidade vou em busca dos hambúrgueres que amo e das novidades. Sendo assim, decidi criar esse post para indicar os sabores pra vocês também.

Vale destacar que comer em Londres não é tarefa fácil com a libra cotada a mais de R$ 4, mas não é impossível. Há, de fato, opções para todos os bolsos e estilos na cidade. Seja como for, lembre-se que viajar é uma oportunidade única e você não voou milhares de quilômetros para comer algo que tem na sua cidade, né?

Para ter uma ideia dos preços, cada hambúrguer custa de uns 6 a 10 libras mais uns 3 a 4 libras da batata frita. Em alguns, com o Byron, há um menu especial para o almoço, por exemplo, onde hambúrguer e batata a 10 libras.

Byron Burger

Esse é um dos meus hambúrgueres favoritos de todo o mundo. Ok, ainda não viajei o mundo todo, mas é um dos meus queridinhos. A carne é suculenta, o pão fofinho e fica maravilhoso apenas com os ingredientes básicos: carne, pão, queijo e molho. No começo tinham poucas unidades, mas agora está praticamente um McDonald´s com filiais em vários bairros de Londres. O diferencial é que além do hambúrguer eles têm também cervejas artesanais para dar aquela harmonizada perfeita.

Onde comer hambúrguer em Londres

Dirty Burger 

Esse aqui se destaca pelo ambiente descolado no Soho e, ainda, pelo sanduíche Dirty bacon. As batatas são aquelas com ondinha (crinkle fries) que eu amo! O ambiente despretensioso também é um charme. Além de Londres a rede tá presente em Chicago, nos Estados Unidos, e em Barcelona, na Espanha.



Booking.com

Meat Liquor

Essa hamburgueria também faz o estilo descolada e tem apenas uma filial em Marylebone (74 Welbeck Street) , logo atrás da loja John Lewis. Além do pão fofinho e da carne suculenta, as batatas fritas são caprichadas. O lanche vem servido numa bandeja, o ambiente é legal e o serviço também. Eles aceitam reservas.

Patty & Bun

É daqueles que precisa de dedicação porque todas as vezes que eu fui estava lotado. Você compra no balcão e senta numa mesinha lado a lado com os colegas. Eles não aceitam reservas, e o hambúrguer é daquele estilo bem gordurosinho, mas saboroso e a batata frita idem. A rede ficou bem famosa com a unidade em Marylebone (54 James Street, atrás da loja Selfridges), mas agora eles já tem outras filiais.

Patty and Bun London Londres
 Brgr.co 

Esse aqui fui apresentada por uma amiga, e é daqueles que faz o estilo hamburgueria mais arrumadinha. Há vários tipos de hambúrguer e opções de adicionais. A batata trufada é sensacional! Esse é o bonitão que abre o post!

Ed´s Easy Diner 

Descobri o Ed’s sem querer e virei fã. Lembra um pouco o americano Johnny Rockets com a decoração dos anos 1950. Os hambúrgueres são gostosos e os milk shakes maravilhosos! Já comi o cachorro-quente também e recomendo. Há cinco endereços em Londres, e um pertinho de Oxford Street (14 Woodstock St).

Big Ferdinand

Essa rede de hambúrguer francesa que também está em Londres. A proposta é diferente dos hambúrgueres americanos clássicos com uma mistura mais refinada. Não fui na unidade de Londres, mas nas férias passeio no de Paris e amei. Então, vale a pena experimentar por Londres também.

Além desses sete, as redes norte-americanas  Shake ShackFive GuysTGI Friday’s também têm filiais em Londres e sempre rendem um bom lanche.

Bom apetite!






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Grand Canyon e os incríveis passeios de helicóptero e de avião

Passeio pelo Grand Canyon

Visitar Las Vegas é uma experiência sensacional. A cidade fica no meio do deserto e já tem um panorama bem diferente, mas quem quiser ver paisagens ainda mais impressionantes pode conhecer o Parque Nacional do Grand Canyon a partir de Vegas fazendo um passeio de avião, helicóptero ou, ainda, de carro ou excursão.

Fiz o passeio duas vezes, sendo a primeira de helicóptero, em 2012, e este ano optei pelo avião panorâmico. A emoção eu frio na barriga foram os mesmos: ver o imenso cânion é de impressionar qualquer um. Os dois passeios eu fiz com a empresa Papillon que é super reconhecida. Você pode comprar antecipadamente com o Get Your Guide para não perder a oportunidade de fazer esse passeio. Continuar lendo Grand Canyon e os incríveis passeios de helicóptero e de avião

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Por que é importante fazer um seguro viagem?

Seguro viagem dicas

Viajar é diversão e, claro, ninguém quer pensar em problemas – ou tê-los – quando se está de férias. Por isso, é fundamental que você faça um seguro viagem, especialmente para o exterior, para evitar muitas dores de cabeça. Sempre faço e, felizmente, nunca usei, mas o bom é poder ter a segurança de que se eu precisar ir a um hospital ou consulta médica posso contar com ajuda no país em que eu estiver. Imagina só ter que desembolsar 200 dólares por uma consulta? Ou, ainda, ter que pagar mais de 2 mil dólares por dia de internação?!

Só de pensar já me dá arrepios! Já contei para você que tive H1N1 ao voltar de uma viagem ao Chile, né? Agora, imagina se eu tivesse ficado doente ainda na viagem? Ainda bem que eu tinha seguro para, qualquer coisa, um familiar ficar comigo por lá. Depois dessa experiência eu NUNCA mais quis pensar em viajar sem ter um seguro. A gente nunca sabe o que pode acontecer, e, claro, com saúde é melhor não brincar ou ser desatento!

Faz um tempinho que descobri o site Seguros Promo que faz um serviço bacana de comparar os preços e serviços entre as seguradoras. Funciona assim: você define a melhor opção para seu perfil de viagem,  faz a cotação e garante o menor preço. E, como eles são parceiros do blog, usando o código DIANAVIAJA5 nosso leitores têm um desconto de 5% em qualquer seguro!!

Leia também: O que levar na mala de viagem para o inverno na Europa

Que países exigem seguro viagem?

Primeiramente, é importante ressaltar que em alguns países a contração de um seguro viagem é obrigatória. Ou seja, você pode ter sua entrada recusada se não tiver um seguro. A maior parte deles fica na Europa e é signatária do Tratado de Schengen, que estabelece a obrigatoriedade da contratação de um seguro viagem no valor mínimo de 30 mil euros para todos os turistas.

Os únicos países europeus que não participam do Tratado atualmente são: Reino Unido, Irlanda, Croácia, Romênia e Bulgária. Cuba e Austrália também possuem contratação obrigatória do seguro viagem . Em Cuba a cobertura mínima é 10 mil dólares e a Austrália exige assistência em viagem, mas não estipula um valor mínimo.

Conclusão, jamais viaje sem estar protegido porque imprevistos acontecem, e ninguém quer ter surpresas desagradáveis e dívidas após uma viagem.