Você escolheu o destino, comprou a passagem e agora está indo viajar feliz da vida. E, obviamente, está levando um celular e uma câmera fotográfica para registrar os melhores momentos da viagem.
Sendo assim, se inspire nas fotos de outros viajantes para fazer aquelas imagens que todo mundo faz… e que todo mundo curte ver nas redes sociais. Basta dar uma olhadela no Instagram e elas estão lá: os pés para o alto, os pulinhos na praia e as fotos olhando para o nada. Anônimos ou celebridades como Beyonce, Selena Gomez, Cristiano Ronaldo, Gisele Bündchen… todo mundo tem uma foto igual quando viaja. Espia só!
Tomei uma decisão importante há algum tempo: não visito nenhum lugar que apresente animais como entretenimento. Foi difícil, confesso, porque chegar perto de uma orca linda ou ver um elefante é algo que encanta qualquer ser humano. E desde pequenos somos, naturalmente, levados a zoológicos pelo colégio ou pela família. Mas a cada matéria que escrevo para o jornal contando a história de um deles que sofre, o alerta aumenta. Continuar lendo Por que não tenho fotos beijando golfinhos ou abraçando leões
Comprou passagem, escolheu viagem e sonhou com a paisagem, mas eu não fui. Logo eu que não dispenso um aconchego, um passeio e um voo de avião. Eu disse não.
Quis me pegar pelo braço e embarcar sem ouvir meu coração. Ah, amigo, comigo não. Só viajo contigo para me apaixonar e me jogar na nossa paixão.
Viajar é compromisso. É certidão. É caminhar juntos com rumo e com direção. Com data pra chegar, ficar e se hospedar. O amor me chamou, mas dessa vez eu disse não.
Deixei o amor no aeroporto. Sorriso no rosto, espantando o desgosto, e coração na mão. Não era minha viagem. Não era meu destino. Não segui nessa direção. Sigo rumo ao meu próximo avião.
Decidi passar uma semana em Maceió e, já no terceiro dia, tive que responder umas 30 vezes onde estava meu namorado e se era “somente eu” no passeio de barco, no restaurante, no café da manhã do hotel ou na praia.
Apesar da vocação para o turismo, algumas cidades brasileiras não estão preparadas para os viajantes sozinhos. Aí parece que a gente caiu de paraquedas.
Mas viajar é minha terapia e eu vou onde me der vontade (e a grana permitir, claro). Contudo, esta viagem era um desafio. Viajar sozinha para Nova York, Paris ou Buenos Aires é uma coisa que estou careca de fazer… mas para uma cidade de praia aqui no nosso Brasil foi a primeira vez.
Eu queria companhia de viagem, mas não rolou e o que me restou foi aproveitar meu tempo do jeito que eu planejei essas férias: pé na areia e coração nas nuvens.
O primeiro passo foi achar uma agência de turismo local que me desse um apoio na escolha dos passeios, assim eu não ficaria insegura de ir às praias sozinhas. Depois, um hotel top para minha prioridade: não me estressar com nada. Feito isso foi só aproveitar a promoção de passagens aéreas e decolar rumo à felicidade.
Peguei meus livros, câmeras e biquínis e vim. Troquei o hostel na Europa pelo hotel cinco estrelas na beira da praia. Arrependimentos? Nenhum. É possível ser feliz viajando sozinha por aí.. e pelo nordeste do Brasil também. Ah.. e fiz novos amigos, claro.
Ser fã é ouvir a música do artista sem parar, sonhar com encontros, se emocionar com um tchauzinho, jurar que aquele sorriso foi só para você, ter uma história de vida embalada por músicas e, claro, correr atrás. Se você tem um ídolo, faça as malas e vá atrás dele assim que possível. É a chance de conhecer novos lugares e ares, mas com a certeza de que algo familiar te espera de braços abertos. Continuar lendo Por que eu viajo atrás dos meus ídolos e recomendo que você faça o mesmo
Todo verão é a mesma coisa. Vem chegando o calor e os turistas do Brasil e do mundo começam a aparecer no Rio de Janeiro. A Lapa vai ganhando um colorido diferente, os botecos se enchem de sotaques e mímicas, tem mais gente se encantando com o pôr-do-sol da Urca e a praia ganha novos admiradores. Aí vem o carnaval e os bloquinhos ficam cheios de uma figuras esquisitas empolgadas com a delícia que é andar o dia todo e beber na rua. Continuar lendo Ajude um gringo e seja feliz na gringolândia também
Viajar sozinha é minha terapia. É aquele momento que passo algumas horas conversando comigo mesma, decidindo sem nenhum ser humaninho dando palpite. Maravilhoso? Sim, mas também tem suas desvantagens no dia a dia, e vou te contar as Dez verdades sobre viajar sozinha.
Já viajei sozinha algumas vezes e, conversando com uma amiga que embarca numa grande viagem este mês, ficamos rindo das furadas que a gente encontra ao ficar sem ninguém conhecido por perto.
E, voilà, fiz uma listinha de algumas situações que a gente passa quando está sozinha e, claro, aproveita para tirar o melhor delas depois. Se você não tem companhia para viajar, não desista. Respire fundo, compre um bilhete e se jogue no mundo: Continuar lendo Dez verdades que ninguém te conta sobre viajar sozinha
Nunca gostei de sair sozinha, mas a primeira viagem a trabalho me fez respirar fundo e perceber que eu poderia ir a qualquer lugar que quisesse. Assim tenho feito desde que comecei a viajar. Amo viajar acompanhada, mas quando estou sozinha é uma terapia e faço novos amigos que, provavelmente, eu não faria se estivesse com alguém ao meu lado.
Com os amigos a gente fica confortável, mas quando se conhece alguém são dois prazeres: descobrir o lugar e descobrir a pessoa ao seu lado – seu novo amigo. Na minha primeira viagem sozinha para a Argentina, em 2008, conheci muitos amigos que conservo até hoje – um deles eu visito sempre que estou em Londres. E foi em Londres que conheci uma amiga da Alemanha e alguns outros queridos da Austrália, Nova Zelândia, Itália, Brasil…. Nos Estados Unidos fiz amigos americanos, italianos, australianos…e por aí vai.
Amigos como os quais eu dividi uma cerveja no hostel, fiz um city tour, aprendi um jogo, ouvi histórias, dividi montanhas-russas, corri atrás de ônibus, ri até o sol raiar, fiz longas caminhada, tirei fotos lindas, falei bobagem, me perdi ou me encontrei numa cidadezinha qualquer. Amigos que me tiraram de furadas e que ajudaram grandes roubadas a virarem gargalhadas. E no meio dessa viagem toda ainda há amigos que te estendem a mão sem nem te conhecer direito.
Que te tranquilizam no meio da maior roubada do mundo como se você fosse uma amiga de infância. E há um carinho especial para os amigos dos amigos que você adota para a vida. Sim, o que acontece em Vegas fica em Vegas. E o que acontece numa viagem entre amigos é para sempre.
Incrivelmente, fazer amigos em viagens é facinho. É uma delícia e um vício. Basta você estar de coração aberto. Basta entender que aquela pessoa pode até não falar sua língua ou nunca ter ouvido falar na sua cidade, no seu colégio ou no seu trabalho, mas pode virar alguém especial para o resto da sua vida. Amizade de viagem é pra sempre! A todos os queridos que eu encontrei nas últimas aventuras: obrigada! Amizade é uma grande viagem que eu guardo aqui no coração.
PS: Na foto eu e três amigas que fiz em viagens e agora são pra sempre.
O voo pousou, a mala chegou e o sonho acabou. Voltar de viagem sempre dá uma dorzinha no peito. Já chorei feito um bebê ao ouvir o “bem-vindo ao Rio de Janeiro” do piloto; ao sair de um navio com as amigas ou por deixar o namorado no aeroporto. Parece exagero e drama, mas ainda bem que a Polícia Federal não pede para olhar nos olhos da gente. Ou eu teria que falar: desculpa, moço, mas eu sofro de uma espécie de depressão pós-viagem. Continuar lendo Desculpa, mas eu sofro de depressão pós-viagem
A primeira cidade que visitei na Europa. Aquela que me faz se sentir bem. Aquela que me faz chorar quando eu volto pra casa. Aquela que já pensei um milhão de vezes de chamar de casa. Que já chamei de casa num lapso do coração. E que me encanta com sua polidez e grandeza. Bem diferente do Rio de Janeiro – que já nasci amando – Londres é o lugar que escolhi para amar, mas Londres não me ama mais.
Bem-vindos! Meu nome é Diana Figueiredo. Sou jornalista, amo viajar e já visitei 21 países. Moro em Paris, na França, e aqui você aprende a economizar em viagens e a viajar sem ciladas!