Por que eu viajo atrás dos meus ídolos e recomendo que você faça o mesmo

Ser fã é ouvir a música do artista sem parar, sonhar com encontros, se emocionar com um tchauzinho, jurar que aquele sorriso foi só para você, ter uma história de vida embalada por músicas e, claro, correr atrás. Se você tem um ídolo, faça as malas e vá atrás dele assim que possível. É a chance de conhecer novos lugares e ares, mas com a certeza de que algo familiar te espera de braços abertos.

Essa vida de fã não é fácil. Ora você está pertinho do seu ídolo, ora você morre de saudades. E quem gosta de banda gringa sofre ainda mais. Mas seus melhores sorrisos são, provavelmente, ao lado de quem você ama. Quer motivo maior para pegar um ônibus ou um avião assim que possível?

Os meus melhores são ao lado dos Backstreet Boys. Sim, eles ainda existem! E, sim, a minha “febre” não passou. Na verdade, fiz o upgrade da menina que gostava da banda para a fanática na minha primeira viagem aos Estados Unidos, em 1998. Desde então, rebolo para aliar minhas duas paixões: viagem e BSB. E por causa deles já conheci um monte de lugares que não estavam na minha lista e nem passavam pela minha cabeça: de Chicago, nos Estados Unidos, a um cruzeiro no Mar Mediterrâneo.

E como fazer esse tipo de coisa? Simples: com planejamento, paixão e loucura, claro. A gente planeja as férias junto com os shows, junta dinheiro sem nem saber quando será a próxima turnê e chora para o chefe liberar as folgas no dias do show. E, sim, vale muito a pena pegar uma malinha e, entre todas as coisas, colocar a roupa para o show e o CD em busca de um autógrafo.

Se o seu ídolo gringo visitar o Brasil, não vá a um show apenas. As apresentações não serão exatamente iguais e, de quebra, você ainda conhecerá outra cidade e outros fãs. E ir a um show em outro país é sensacional. As plateias não são tão animadas, mas a experiência vai ser diferente também.

E poucas coisas são tão maravilhosas quanto olhar no olho do seu ídolo e dizer: Eu vim do Brasil para ter ver e ele falar de volta: eu sei, querida; obrigada pelo carinho, linda! ou então: você é louca!

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