Maceió, Alagoas, praia de Ipioca, Hibiscus

O que fazer e onde se hospedar em Maceió, Alagoas

Escolher um destino para viajar nunca é tarefa fácil. Eu sigo meu ritual de planejamento  e, entre idas e vindas de destinos, acabei optando por Maceió, em Alagoas porque nessas férias de setembro eu queria céu azul e pé na areia. Foi isso que encontrei na capital mais fotogênica do Nordeste. Eu tinha um certo receio de viajar sozinha para o Nordeste – ainda mais para uma cidade violenta – mas com coragem e pesquisando muito sobre onde ficar e os passeios vi que seria possível. E foi lindo. 

As passagens eu comprei numa promoção da Latam. Fiquei uma semana, mas se fosse planejar outra viagem para Maceió ficaria 10 dias. O sol sai cedo na cidade e o turismo é voltado para o dia. Então, prepare-se para curtir o dia e não espere muita agitação da noite. Para o passeio mais cedo saí do hotel às 4h40 e para o de horário mais tarde saí às 7h30. Mas é impossível ficar na cama até tarde porque às 5h o sol já está brilhando com toda força. Por outro lado, às 17h está escuro e praticamente tudo fecha às 22h.

Reservei os passeios com a Gaúcho Turismo que me ajudou desde na indicação do hotel, tirou minhas dúvidas pelo WhatsApp e montou um roteiro básico para mim. Adaptei ao que eu queria e fiz os passeios com guias bem legais: Avatar e André. Os dois me trataram muito bem e deram todas as dicas e responderam às minhas dúvidas. Nos passeios esbarrei com outros viajantes animados como eu, o que deixou tudo bem bacana.

As grande agências cobram mais caro pelos passeios. Há quem combine com taxistas para levar até as praias. Mas, sinceramente, acho que não vale a pena pagar mais caro para ter um motorista para você. A agência leva numa van com 10 a 15 pessoas e você vai aprendendo mais sobre o caminho, pegando dicas, fazendo amizade e se divertindo. Quem vai com a família pode alugar um carro, mas as estradas não são bem sinalizadas (em algumas nem há acostamento) e nem mesmo possuem radares. Ou seja, é melhor ir com alguém que já está acostumado a dirigir por lá.

Roteiro de sete dias em Maceió

Coloquei o passeio mais cansativo no primeiro dia e o mais lindo no último. Nos dias de chegada e partida não tinha como fazer passeios longos. Então, foi almoçar/ jantar na cidade e curtir a piscina do hotel. Além disso, deixei um dia livre para dormir até um pouco mais tarde. (Vou escrever mais detalhadamente sobre cada um deles em breve).

Cânions do Xingó – passeio de barco no Rio São Francisco na divisa dos estados de Sergipe e Alagoas 

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Praia do Francês, em Marechal Deodoro, e Praia do Gunga, em Barra de São Miguel 

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Praia do Francês
Praia do Gunga, Barra de São Miguel
Praia do Gunga, em Barra de São Miguel

– Dia livre para passear na orla e curtir a piscina 

Praia de Ipioca – Hibiscus Beach Club 

Ipioca, Alagoas, Hibiscus Beach Club, Maceío
Hibiscus Beach Club: praia privativa

Maragogi

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São Miguel dos Milagres – Praia do Lages e Praia do Patacho 

NOVATEK CAMERA

Como ir do aeroporto para a orla de Maceió?  

O aeroporto de Maceió fica a uns 20 a 30km da orla onde basicamente todo mundo se hospeda. Os táxis credenciados de dentro do aeroporto cobram R$ 75 pelo trajeto e no taxímetro fica uns R$ 85. O melhor é combinar com uma agência ou um taxista para pagar R$ 60 ou R$ 65 e economizar uma graninha. O aeroporto é bem pequeno, mas tem uma praça de alimentação com opções de fastfood e cafés.

Onde se hospedar em Maceió, Alagoas?

Pesquisei bastante antes de viajar para Maceió porque não tinha ideia de onde seria melhor ficar. Confesso que antes de chegar aqui não conseguia me localizar perfeitamente. Basicamente, a orla onde há boas opções de hotéis começa em Cruz da Almas, depois vem Ponta Verde e Pajuçara. Ponta Verde é a melhor opção mais residencial, enquanto Pajuçara é onde estão os restaurantes e a feirinha de artesanato. Se hospedando num desses bairros você consegue sair a pé à noite.

Já Cruz da Almas fica um pouco distante, e é a parte da orla em direção ao litoral Norte de Alagoas. A região está crescendo bastante e é onde fica o Parque Shopping, excelente opção para compras. Como eu sabia que não ia ficar badalando pela orla sozinha e os hotéis que eu queria – Mar Maceió e Meridiano – não estavam disponíveis, decidi ficar no Ritz Lagoa da Anta, em Cruz das Almas.

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Detalhe da piscina do Ritz Lagoa da Anta

Esse é um dos melhores hotéis de Maceió: cinco estrelas, em frente à praia e com um café da manhã maravilhoso. Só fica longe da badalação, mas para mim isso não era problema porque estava priorizando o conforto. O quarto que peguei era o “simples” com vista lateral da praia e um aspecto ecológico. O café da manhã do hotel era bem legal com várias opção de comidinhas típicas e, ainda, uma cozinheira fazendo tapioca.

Como não consegui fechar todos os dias no Lagoa da Anta  me hospedei também no hotel Vistamar, em Pajuçara. Um hotel 3 estrelas, bem mais simples, mas num quarto grande com uma vista linda da praia. O Wifi funcionava apenas no quarto, mas não tinha TV à cabo. O destaque para a piscina que vale a hospedagem. Dava para ir andando para a feirinha de artesanato e para os restaurantes. Outros hotéis próximos onde eu também me hospedaria são o Holiday Inn, o Mercure e o Ibis. O Ibis não tem piscina, mas fica em frente à praia, praticamente do lado do Vistamar.

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A piscina do Vistamar: opção de hospedagem simples em Pajuçara

 

Onde comer bem em Maceió?

Sou chata para comer e frutos do mar então..nem pensar! Mas graças aos amigos que fiz nessa viagem – e que comem de tudo – eu posso dar algumas umas dicas. Três restaurantes são os queridinhos: Bodega do Sertão, Parmegianno e Imperador dos Camarões.

O Parmegianno tem de tudo um pouco, incluindo massas e pizzas. A pizza é maravilhosa! É o preço também é bom. A cerveja custa R$ 6,50 a Heineken. Com pizza e sobremesa gastei R$ 50. No Bodega do Sertão há um buffet que custa R$ 59,90 e tem todas as comidas típicas que você possa imaginar. Mas eu optei pelo à la carte e fui de Taipeburguer, um hambúrguer de tapioca (feito com carne de sol) acompanhado de macaxeira frita coberta com queijo.

O Imperador eu acabei não indo, mas os pratos custam entre R$ 80 a R$ 100 para duas pessoas. Os amigos que foram aprovaram os camarões enormes e o tal chiclete de camarão, que é um camarão com molho de queijo.

Os pratos do Bodega do Sertão: Bule Bole Comigo – um purê de macaxeira (aipim) recheado com carne de sol, queijo parmesão acompanhado de cocada branca e queimada. E, ainda, o hambúrguer de tapioca com macaxeira com queijo derretido.


E a pizza do Parmegianno e o petit gateau.

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